quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Férias # primeira etapa

quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Fazer férias cansa. O ar da praia e do campo dá conta duma pessoa, há que ir com calma. Eu e o pai R costumamos brincar com esta expressão fazer férias cansa. Mas para nós é um bocadinho verdade, se ficarmos muitos dias no mesmo sítio começamos a ficar entediados e fartos do descanso. Gostamos de nos mexer, de descobrir e conhecer sítios. As nossas férias são sempre divididas por etapas. Este ano andámos desencontrados, eu e o pai R não começámos as férias ao mesmo tempo. Tenho feito umas escapadelas com os miúdos, sempre ansiosos pelos dias de férias com o pai. Finalmente esses dias chegaram e a primeira etapa das nossas férias em família está concluída. Correu maravilhosamente bem, foi uma espécie de treino para o que aí vem, daqui a dois dias partimos rumo a sul.
E cá estou eu no bem bom, a aproveitar o fim de tarde na piscina para ler mais umas páginas.
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Nestes primeiros dias de férias todos juntos, estivemos na nossa rulote durante quatro dias que se dividiram entre curtir o ar livre, refeições degustadas debaixo das árvores, partidas de Uno,  idas à piscina, passeios com a Helga, passeios de bicla, leituras em dia, umas crochetadelas e umas idas à praia ao final da tarde, que, para meu gosto,  é a melhor altura para estar na praia. Não aguento estar debaixo de sol abrasador, nem tenho paciência para estar estendida na toalha a fustigar a minha querida pele. Preciso sempre de sombra, muita sombra.
No parque, o acesso à net não é grande coisa, daí as minhas respostas tardias às vossas mensagens e emails. Ainda bem que o sinal é fraquinho, sabe muito bem ter os bzidroglios desligados. Agora que viemos a casa, aproveito para pôr em dia as espreitadelas à net e também para lançar este post.
Como é normal, todos os amantes das manualidades  têm sempre muitos trabalhos em mãos. É muito difícil resistir às cores, aos fios, às texturas e aos desenhos que se podem criar. É difícil resistir à vontade de fazer e às ideias, ponto. Decidi que nestes dias que estivemos no parque, caso me apetecesse pegar nalgum trabalho (como se fosse difícil apetecer... está bem abelha!), só metia as mãos em projectos que não desloco para casa, aqueles que faço propositadamente para colorir e decorar a rulote. Por lá é tudo muito colorido, às vezes quase que berrante, mas eu gosto e os meus olhos também. Ah, muito importante, e os meus rapazes e o pai R também gostam muito do colorido na rulote. Terminei uma pequena almofada em granny squares que comecei o ano passado, já vos tinha mostrado o processo aqui. No lugar que esta ocupa tinha uma outra, igualmente colorida e muita gira, podem vê-la na outra foto. Agora tenho duas capas para ir mudando conforme os meus olhos ditarem.


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Em Junho do ano passado fiz um tapete em trapilho, este, para a entrada da rulote. Este ano fiz outro, noutras cores mas igualmente engraçado. Segui as instruções da Molla Mills para o tapete pequeno do seu livro Crochet Moderno, só que a minha versão em vez de branca é colorida. Estes trabalhos são bons de se fazer, só precisamos de uma tarde para ter um tapete novo. Rende.
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Outra decisão que tomei foi levar todos os rolos de trapailho para a rulote. Ocupam espaço cá por casa e por lá tenho sempre um ou outro cantinho onde posso guardá-los. Eu disse guardá-los?... acho que nem chegaram a aquecer o sítio. Quando terminei o de cima, peguei noutras bobinas e trucla, comecei outo. É o que eu digo, as ideias são difíceis de conter. Para já não se percebe o que vai sair daqui, mas garanto-vos que a ideia é engraçada e para o próximo Verão terei um novo tapete, noutro formato que não o redondo.
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Nunca vos mostrei grande coisa da minha rulote e falo-vos tanto dela. Adoramo-la, aquilo faz-nos mesmo muito bem. A rulote é pequena mas mesmo assim conseguimos dormir todos lá dentro. Tem duas camas que dão para duas pessoas cada uma. Aquela onde está a almofada nova é a nossa cama. Está fixa, quer isto dizer que nunca a desmanchamos para criar a zona de mesa e sofás. A cama onde dormem os manos é feita e desfeita todos os dias, faz parte do exercício diário. De dia mini sala, à noite, cama.
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Há sempre muito para fazer nesta rulote, já é velhota e precisa de muitos cuidados. Reparem, seria já muito arriscado circular com ela, que é uma das razões para a termos fixa num parque todo o ano. Assim, sempre que nos apetece lá vamos nós recarregar as nossas baterias. Mas mesmo parada a manutenção é permanente, aliás precisa ainda de mais cuidados visto estar sempre exposta às intempéries,  e por muito que façamos chegamos sempre à conclusão de que temos ainda muito para fazer. Por exemplo, este ano temos de reparar sem falta a parede de fundo que fica por cima da nossa cama, já temos os materiais necessários para que em Setembro possamos resolver a questão. O avançado também está a precisar de reforma, já deu o que tinha a dar. Já existem remendos de fita gafe nalguns sítios, coitado. Mas estas brincadeiras custam todas muito dinheiro e nem sempre podem acontecer quando apetece, apenas quando pode ser. Sem stress, logo se vê durante o próximo ano se teremos ou não um novo avançado.
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Olha que bem, a máquina de costura! Por acaso esta foto não foi deste fim-de-semana mas sim do outro, quando estive sozinha com os meus filhos. Montei a máquina para fazer o forro do saco de trapilho, que ainda aguarda pela colocação do fecho e das alças, tarefas listadas para quando voltar de férias. Por detrás daquelas cortinas está a "cozinha", que é como quem diz a zona onde se encontra um fogão e uns utensílios básicos. Sabem, ao fim de tantos anos a acampar já temos uma lista de iguarias apelidadas de comida de campismo. E atenção que não estou a falar de vulgares sandes ou de pratos desenxabidos, refiro-me sim a comidas de confecção muito simples mas com grandes sabores. Adoramos a nossa comida de campismo, estamos prós!
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Passemos ao exterior. Não tenho nenhuma fotografia da zona em frente ao avançado, aliás, tirei umas mas não ficaram com definição suficiente, a luz já não estava favorável quando me lembrei de as tirar. O exterior é onde costumamos colocar a mesa onde comemos, jogamos, conversamos, convivemos e também onde preparamos as nossas refeições, antes de saltarem para o tacho ou para o fogareiro. Tenho umas fotos do carvalho nosso vizinho. É a minha amiga árvore, passo muito tempo ao pé dela protegida pela sombra que me dá.

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Fora do parque, na zona circundante, também se passam bons momentos. Passeamos muito, nós já conhecemos aquilo tudo mas há sempre uma ou outra descoberta que fazemos, além de que olhar a praia e sentir o cheiro do mar nunca cansa.
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Nesta zona há milharais a perder de vista. Este fica mesmo ao pé do parque e embora na foto não se perceba, tem uma extensão enorme.
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Angeiras é um lugar piscatório, há belíssimo peixe fresco quase todos os dias. Numa próxima vez tiro umas fotos do mercado para vos mostrar.
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As fotos abaixo tirei-as para que vocês vejam como é que a malta aqui no norte passa o dia na praia. Todos abrigadinhos, ah pois é! Mesmo quando o calor aperta, o vento não larga ninguém, há que estar protegido eheheheh acho extraordinário, só se vê para-ventos e barracas, além dos guarda-sol, mas esses são comuns em todo o lado. E gente dentro de água? isso é só para os valentes, a água aqui é simplesmente gelada.

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E ali ao fundo estão os meus queridos rapazes, também eles desejosos de partir em férias para terras do sul.
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E agora vou desligar-me e preparar as malas para seguir para sul.
Desejo-vos dias com muitas alegrias.
Volto em Setembro.


Até já
Ana Lado B


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

naperon de juta # colorido

quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Gente bonita, começo por vos agradecer do fundo do coração todas as reacções e visitas ao meu naperon de juta. Tão importante que é receber o vosso feedback e tão bom que é sentir que a satisfação é recíproca. E uma vez mais, tive o enorme prazer de ser surpreendida pela pela Annemarie que destacou no sábado passado o meu naperon de juta na sua link party Link Your Stuff. Muito obrigada Annemarie, 
muito obrigada a todos! Estas coisas fazem-me muito feliz.
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Ainda à espera das férias à séria que começam daqui a escassos dias, mal o pai R termine os seus compromissos de final de época, eu e os miúdos fomos para o parque passar três dias na rulote. Como sempre, foi muito bom, soube a pouco e ficámos cheios de vontade de voltar, o que com certeza acontecerá já no final desta semana. Yay! O parque de campismo reúne as condições perfeitas para me dedicar aos projectos do Lado B, às minhas leituras e até à organização de ideias futuras para o Lado A. No parque o tempo rende, os dias ficam maiores e a nossa energia está sempre no nível positivo. Levei comigo A casa-comboio, da Raquel Ochoa. Romances históricos não são bem o tipo de leitura que mais me atrai, mas já há algum tempo que comprei o livro com a curiosidade de conhecer a escrita que foi prémio literário revelação há uns anos, e sim, estou a gostar, já passei as páginas centrais completamente mergulhada na história. No saco também foram projectos fazbemaosolhos por terminar. Levei aquilo que há-de ser a camisola deste Verão, mas esqueci-me de levar os novelos de cor creme, portanto, nada feito. Levei o saco de trapilho para lhe fazer o forro interior, e fiz. Falta agora colocar o fecho (e vamos lá ver como é que corre esta parte...) e também faltam as alças, que têm de ser de cabedal verdadeiro e não daquelas que se vendem por aí em plástico a imitar cabedal, não gosto nada. Dentro do saco também foram uns rolos de juta colorida que comprei na Tiger na semana passada, numa daquelas idas em família ao Marshopping. Enquanto eles foram às lojas das cenas tecnológicas, eu fui regalar os meus olhinhos a ver coisas bonitas e encontrei os rolos, peguei-lhes e já não os larguei.
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Quando os vi imaginei o naperon de juta mas em versão colorida. Foi o que fiz, segui o gráfico embora tenha feito pequenas adaptações, como acrescentar mais voltas e alguns pontos, visto esta juta ser mais fina do que a anterior. Além das funções decorativas que abaixo vos mostro, e outras que exemplifiquei na publicação anterior, esta peça pode também ser usada  como base para tachos e com certeza terá mais utilidades que de momento não me vieram à cabeça. Malta, o Natal não tarda anda por aí e esta é uma peça que pode fazer a alegria de algumas pessoas, é um bom mimo para presentear alguém.
Gosto muito do resultado do conjunto das cores. Decidi usar todas as que estavam disponíveis e acho que não correu nada mal.


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O vaso das espadas está cheio de rebentos. Não sou só eu que gosto muito deste spot, elas (as plantas e as gatas) também se dão muito bem por lá.

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Embora desproporcionado no tamanho (para ficar nesta parede teria de ser maior, acho) quis experimentar ver o meu naperon/mandála a funcionar como wallhanging e pendurei-o só para ver o efeito. Viva o improviso! Gostei do que vi e acho que já sei qual é a parede onde vai ficar muito bem, mas essa mostrarei noutra altura.


E porque estive na rulote e ao ar livre durante os últimos dias a pensar em pequenas transformações para a tornar ainda mais confortável, voltei a ver o livro que está na foto de cima, é este. De vez em quando viro-lhe as páginas à procura de alguma inspiração e não é difícil de a conseguir. Da primeira à última página são só boas ideias para desfrutarmos com tarecos e têxteis que temos por casa. Recriemos os nossos cantinhos apetecíveis, sem custos, sem extravagâncias, apenas com o que temos de melhor e nos faz sentir tão bem - a nossa imaginação.
Continuem a aproveitar um Verão cheio dias felizes!



Até já
Ana Lado B





sábado, 5 de agosto de 2017

naperon de juta # doily jute

sábado, 5 de agosto de 2017
 Aqui está, o meu naperon de juta.
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por curiosidade, neste vaso estão a nascer: um limoeiro, uma tangerineira e uma macieira! O pai R entretem-se a semear caroços e fica meses à espera que germinem. Conseguiu!

só para ficarem com uma ideia do naperon a servir de sousplat, como vêem tem mesmo de ter mais voltas, assim é pequenito.

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A juta, que quando transformada em tecido conhecemos por serapilheira, é uma fibra vegetal de grande resistência, perfeita para determinado tipo de projectos. É um material muito versátil, dá para inúmeras peças, com espessuras também diferentes, sejam em crochet, tricot, tecelagem ou macramé. Por exemplo, imaginem que este mesmo padrão que desenhei para o naperon de juta é reproduzido várias vezes, acrescentando mais duas ou três voltas em cada peça, ficam com uns sousplat fantásticos. Agora imaginem que continuavam a crochetar umas dezenas de voltas, ficam com um tapete magnífico. Também podem fazer uma mandála para decorar a vossa parede. Como vêem, as possibilidades são várias. Na net encontram-se excelentes propostas, deixo-vos aqui uma para um saco em juta, e a boa notícia é que é um DIY! Entrem pela fonte indicada na legenda da imagem.
fonte: realhousemoms.com
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Acho este saco muito bonito. Eu gosto assim, linhas direitas.
Para o meu naperon não recorri a nenhum desenho já existente, foi surgindo durante a execução e nasceu algo muito simples. Para vos aguçar a vontade de também crochetarem o vosso, deixo-vos com o meu humilde gráfico... têm de me desculpar as imperfeições, ando a aprender a trabalhar com o programa e existem funções que ainda não descobri como aplicar. Mas para primeiro gráfico em formato redondo até que não está nada mal, podia ser pior...

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De cima para baixo: (coluna esquerda) 2 pontos altos rematados juntos; 2 pontos altos crochetados no mesmo ponto da carreira anterior; 3 pontos altos crochetados e rematados juntos; anel ajustável; ponto de corrente; ponto alto; (coluna direita) meio ponto alto; ponto baixo; ponto baixíssimo; 3 pontos de corrente; ponto duplo (2 laçadas).

Acima têm a legenda do gráfico. Gostava de a ter mais pequena, mas não consegui. O original está in english, tal como o programa, mas a seguir têm a tradução. Para reproduzirem um naperon de juta igual ao meu, precisam de uma agulha de crochet nr.5 e de uma pequena bobina de juta, eu comprei desta, não sei se ainda está disponível na Ovelha Negra, mas com certeza conseguirão encontrar, hoje em dia é um material muito procurado. Ah, falta dizer que o naperon ficou com 27 cm de diâmetro.
Espero que se divirtam a reproduzi-lo.
Volto em breve com mais um projecto pronto, daqueles que vos falei aqui.
Bom fim-de-semana!


Até já
Ana Lado B


terça-feira, 1 de agosto de 2017

memo # dos dias que passam

terça-feira, 1 de agosto de 2017
Olá Agosto!
E cá estamos, no pico do Verão, excelente momento para fazer um dos meus memo dos dias que passam. Com as mantas de grande formato encostadas à box, tenho estado virada para trabalhos de pequena dimensão e com fios mais frescos. Vejamos então o que tenho andado a fazer.
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Comecemos pelo saco em trapilho inspirado num dos projectos do livro da Molla Mills, Crochet Moderno. Tenho a dizer que gosto muito das propostas que o livro apresenta, mas independentemente disso gosto ainda mais da ideia recriar a partir de, o que me leva quase sempre a adaptar os modelos que escolho fazer. Um dos projectos deste livro que mais me chamou a atenção foi o saco em fio de algodão amarelo torrado, com umas alças em cabedal e um fecho de cor menta. Os meus olhos colaram-se àquelas páginas, e vejam lá que sorte a minha, então não é que tinha uma bobina de trapilho daquela cor! Nem hesitei. Peguei na bobina e não descansei enquanto não lhe vi o fim, só que não tinha ainda o tamanho pretendido para o saco. Procurei nas lojas trapilho na mesma cor e... nada. Numa dessas investidas, à procura do amarelo torrado, encontrei uma cor idêntica à do fecho. Resolvido! Se fica bem no fecho, fica igualmente bem na barra a acrescentar ao amarelo, de forma a fazer crescer o saco para o tamanho pretendido. No que respeita ao tecido que servirá de forro ao saco não o comprei agora, tinha-o no meu stock de tecidos. Sim, leram bem, stock de tecidos. Eu e a costura andamos sempre às avessas, mas nunca resisto a um tecido com padrão e cores bonitas. Não costuro, mas compro muitos tecidos. Pronto, é uma panca como outra qualquer, além de que acaba sempre por dar muito jeito para qualquer eventualidade.
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Trabalho seguinte. Recentemente fiz um naperon em juta, precisava de uma base para proteger uma mesa de um vaso de barro, que somado a terra e água cria muita humidade e portanto há que proteger as superfícies mais delicadas. Fiz a peça e decidi desenhar um gráfico para ser lançado aqui no blog. Ando às voltas com o programa Crochet Charts a tentar reproduzir o naperon que fiz. Já trabalhei com este programa, mas em desenho de formato redondo é a primeira vez. Pelos vistos não é um programa de grande sucesso, mas para mim, e para já, não me parece nada mal. Dá é muito trabalhinho, ui, ui. Mas penso estar no bom caminho e espero em breve poder fazer uma publicação exclusivamente dedicada ao meu naperon de juta.
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Daqui vai sair uma camisola para mim! Já tenho uma parte concluída, frente ou costas, tanto faz, são iguais.   Este ponto, rápido de se fazer, acho-o muito giro. Parecem ondas, encontrei numa das muitas (imensas!) revistas que andam cá por casa. Dantes comprava muitas revistas de crochet, tricot e de decoração também comprava alguma coisa, mas repare-se que o "dantes" quer dizer antes de perceber que estas coisas se encontram todas na internet, portanto, há já uns anos. Hoje em dia contam-se pelos dedos de uma mão, e sobram vários, as revistas que compro ao ano. Compro uma ou outra que me deixe rendida ao grafismo, ao design, à fotografia ou à originalidade dos projectos.
O que vos mostro a seguir, embora em lã, é uma peça que fiz agora porque vou estar com a pequerrucha quando for de férias para o sul daqui a duas semanas. Chamei-lhe Poncho Didi. Falta apenas rematar as pontas e talvez lhe aplique uma barra, ou umas franjas ou uns pompons, ainda não sei. Mas digam lá se as cores não são uma alegria para os olhos! é uma conjugação tipo candy sugar.
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Por último, mostro-vos uma coisa que os meus olhos gostam mas que ainda não descobri o que é. Eu explico. Sobrou juta do naperon, então decidi experimentar fazer uma base ovalada, queria ver qual era o efeito. Depois achei que não tinha piada nenhuma ficar só com um pedaço de juta crochetada sem qualquer utilidade. Lembrei-me de uns novelos de algodão que tinha por cá e segui por ali fora.
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Ainda não decidi a altura que a coisa vai ter, mas começo a vislumbrar uma cesta pequenina onde posso guardar umas tralhas soltas ou até colocar uns vasos pequeninos. Ainda não sei para que servirá, sei que adoro experimentar materiais, misturá-los, criar texturas e que os meus olhos estão muito agradados com o que estão a ver. Quanto ao resto, logo se vê.
Desejo-vos uma semana cheia de Verão!!!


Até já
Ana Lado B


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