sábado, 26 de setembro de 2015

Mantas novas # Memo

sábado, 26 de setembro de 2015
Sei que já se aperceberam mas... o que mais adoro fazer em crochet são mantas. Grandes, pequenas, médias, minis, tanto faz. São uma paixão. É muito reconfortante fazê-las. Fazem-me muito bem aos olhos e não só. Enquanto as faço organizo os meus pensamentos. É absolutamente relaxante. E com o Outono já instalado no calendário, o que apetece? Mantas!  Do início do Outono ao final do Inverno gostava de conseguir fazer três. Estou cheia de vontade! não sei é se terei tempo... vamos lá ver como me vou sair a conciliar os meus dois Lados. No stress, se tiver de passar alguma para o próximo Outono, seja. Mas de facto tenho três pensadas. Uma para a minha C, outra para o meu R mais novo e uma outra de uso geral. As duas primeiras ficaram prometidas desde que fiz a Manta Floresta para o quarto do meu R mais velho. A terceira manta será para ter pela sala, à mão de semear, para nos aquecer nos dias frios quando estivermos a ver filmes ao fim-de-semana, quando a chuva, o vento e o frio baterem nas janelas, vai saber pela vida!

Cada uma terá cores distintas e os modelos também vão variar. Confesso que ainda estou a decidir-me por duas delas, pelos modelos porque quanto às cores já tomei decisões.  Começo por vos mostrar as cores escolhidas para a manta da minha C. São cores com que ela se identifica. Andei às voltas com as tonalidades mas consigo imaginar efeitos bem interessantes. Para esta manta o modelo não está decidido. Andamos em estudos e pesquisas... gostamos de tantos que se torna difícil fazer uma escolha.


Este plano foi criado com cores da Stylecraft. Quero encomendar os novelos Special DK para a execução da manta da minha C. Isto porque, além de ter muita curiosidade em trabalhar com este fio por causa do blog da Lucy, a Fátima do Lavoresfl  fez uma encomenda dos kits da Lucy e deu-me muito boas referências acerca deste fio, e já está a executar uma manta em zig-zag que está a ficar bem bonita!

Segue-se a paleta de cores que escolhi para o meu pequeno R. Esta não foi difícil, o pequeno R elege sempre duas cores: azul e vermelho, as suas preferidas. Estas meadas comprei-as ontem na baixa do Porto. É a primeira vez que vou trabalhar com este fio que tem tudo para resultar. Também é 100% acrílico, ideal para este tipo de trabalhos. Há quem odeie e se arrepie só de ouvir falar em acrílico e prefira só lãs. Mas, muito sinceramente, para estes trabalhos um bom acrílico resulta muito bem, além de que não é tão dispendioso. Uma manta em lã é outra loiça, claro que sim, mas para mantas de tamanho médio ou grande é preciso ter um bom orçamento disponível, podem ficar até duas, três ou mesmo quatro vezes mais caras. Eu tenho uma manta XL toda feita em lã. Ela é muito anterior a este blog, muito mesmo, daí nunca a terem visto. Um destes dias fotografo-a e mostro-a. É linda! Mas se a quisesse repetir e a executasse com fio acrílico, ficaria linda na mesma, muito mais acessível e mais leve. O acrílico é um fio muito leve e para as mantas revela-se ideal.


E por fim, a paleta que se segue é para a Manta da Família (será que esta já tem nome?!), a tal que ficará a uso pela sala. Ainda não sei se serão novelos Special DK mas entretanto as cores do plano também são desse fio. São cores contrastantes, bem ao meu gosto, e que já existem num outro elemento da nossa sala, um maravilhoso tapete em ponto de arraiolos, que foge por completo ao tradicional, feito pela minha sogra. Foi escolha minha, desenho e cores. A sogra diz sempre "deu-me muito trabalho mas gostei tanto de o fazer... é diferente". E é, e também muito bonito. Fica aqui um pormenor da barra (desculpem-me a foto mas a luz não estava boa e ficou desfocada).


O que eu ainda não vos disse é que, e a culpa é da minha almofada Lollipop, comecei a experimentar uns quadrados iguais mas com outro tamanho e cores muito mais fortes. Já tenho doze, que representam precisamente metade dos que preciso. Mais uma manta, é verdade. Sou mesmo louca! Qualquer dia tenho de comprar um armário só para as mantas. Mas pode ser que esta também vá parar a casa de alguém, quem sabe. Em breve mostro-vos a minha Pop24. Está combinado.
Entretanto, mas não sem terminar um ou outro trabalho que ainda andam na agulha, vou começar a tirar amostras dos modelos para estas outras e faço questão de as ir partilhando convosco, assim também podem experimentá-las. É bem, não é? Ah, e as cores que eu escolhi, gostam?

Até já
Ana Lado B

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Makeover

quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Antes de mais, deixem-me fazer um profundo agradecimento a todos os que ontem, no meu dia, visitaram o meu blog e, se me permitem, em especial a quem me deixou mensagens de felicitações. Sabe tão bem receber palavras doces! Muito obrigada a todas vós. Embora sem bolos, velas e sopros, tive um dia muito bom, cheio de gente bonita a mimar-me. A praxe do bolo fica para o fim-de-semana. Na família somos quatro aniversariantes balança e seguidos, costumamos celebrar num único dia. Mais simples e bem mais divertido.

Agora, avancemos para o post de hoje propriamente dito. Quando publiquei a mini-mini, numa última foto mostrei-vos os meus botins madeirenses pousados em cima de uma cadeira, de um azul vibrante. Ora, não passou despercebida, alguns de vós até a comentaram. E não é por acaso que a mesma aparece num post onde falei de renovação de objectos por outros deitados ao lixo, como o landau da Val. Essa cadeira foi encontrada, há uns bons meses,  pelo pai R ao lado do contentor do lixo da nossa rua. Também temos essa mania de estar bem atentos ao que é depositado para ir fora. E não é de agora. Fiquem sabendo que a minha primeira casa, tinha eu vinte anos, foi toda decorada com tarecos que já ninguém queria. Recuperei um a um e digo-vos, a minha mobília era espectacular! Tarecos, lixas, decapantes, tintas, tecidos e uma boa dose de criatividade fazem milagres. Sobre esta cadeira não tenho fotos do antes de começar a ser renovada. Mas era, e é, uma cadeira em mogno, escura, aborrecida mas de grande qualidade. Imaginem que embora se percebesse que era um objecto já com uns valentes anos, quando a guardámos na nossa arrecadação e sempre que abríamos a porta da mesma vinha aquele cheirinho bom a madeira de mogno. Mas passado uns tempos, e sem pré-aviso, o pai R arrancou entusiasticamente com a recuperação da cadeira e quando eu me apercebi a cadeira já estava com um primário. Quando a encontrámos estava em perfeito estado de conservação, apenas descolada numa das junções do suporte do tampo e com este solto. Primeiramente foi colada e esteve umas duas semanas bem amarrada, para fazer pressão na zona da cola e assim ficarmos com a certeza de que não voltaria a descolar-se. Após estar bem firme, e depois do tampo pregado, passou-se para a fase da limpeza. Foi muito bem limpa e toda lixada, com uma lixa fininha. A seguir, muito bem limpa novamente de forma a retirar todo o pó produzido pela lixa e depois seguiu-se a aplicação do primário. Ok, fotos!


O passo seguinte: a pintura, o momento mágico, aquele que transforma um objecto obsoleto num adereço actual. Tive direito à escolha da cor e escolhi um azul turquesa, porque gosto muito desta cor fica bem em quase todos os cantos da casa, embora a tenha colocado no nosso quarto porque no início do Verão passou-me pela cabeça renová-lo e esta cor ficaria na mouche. Bom, a cadeira já lá está, a renovação do quarto... essa vai ter de aguardar, tenho de ter tempo e vontade para me dedicar ao assunto.





Tenho a sorte de ter uma lavandaria grande, foi lá que aconteceram as pinturas. A fase da lixa foi feita no quintal, é tarefa que larga um pó muito fininho, dentro de casa seria o caos.
Et voilá! Cá está ela. Bonita não é?


Tivemos sorte, pois nem tudo o que os outros deitam fora tem a qualidade certa para voltarmos a dar vida. Mas no caso, é uma cadeira muito boa e quis o destino que viesse parar às nossas mãos.
Abram bem os olhos quando andarem por aí. Já sabem, se os olhos gostam, a inspiração segue-se...

Até já
Ana Lado B

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cheguei com o Outono

quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Há quarenta e sete anos atrás cheguei com o Outono... upa! Nem dá para acreditar. Ainda não me consciencializei dos quarenta e não tarda nada vou estar no meio século. E nada tem a ver com o envelhecimento, nada disso, precisamente pelo contrário, tenho dias em que me sinto uma gaiata!


Eu com os meus pais, aqui já com um ano, em terras do sul. E hoje tenho-os comigo, cá em casa, sempre guapos e amorosos.

Até já
Ana Lado B

domingo, 20 de setembro de 2015

Mini-mini

domingo, 20 de setembro de 2015
Já revelei imagens, do processo, da mini-mini aqui e aqui. É uma manta muito pequenina pensada para um carrinho de bonecas. Não surgiu por mero acaso. Tudo aconteceu quando li no L' avion Rose a publicação sobre um landau. A Val encontrou-o junto a uma série de tralha que deitaram ao lixo, e os seus olhos, perspicazes, conseguiram vê-lo renovado e pronto a fazer os encantos de outra criança,  a própria. Eu fui outra das crianças que o adorou e fez um regresso ao passado... Quando eu era miúda, a minha avó Laurinda levou-me numa viagem à Madeira. Foi tão excitante que me lembro como se tivesse acontecido nestes últimos dias. Foi a primeira vez que andei de avião, lembro-me tão bem da sensação de estar acima das nuvens e ficar boquiaberta com a beleza de tal visão (e também de estar constantemente a ler o manual de salvação, eheheh) . Lembro-me muito bem das paisagens que vi na ilha, lindas, de cortar a respiração. Lembro-me das estradas cheias de hortências, ou hidranjas como se diz aqui no norte. Lembro-me de uma praia sem areia, só com seixos. Lembro-me muito bem do hotel, do edifício, porque do nome já não me lembro, e lembro-me do quarto onde ficámos. Lembro-me do desenho das cortinas da banheira por tê-lo achado tão engraçado. Lembro-me da comida, tão boa. Lembro-me dos trajes tradicionais que as mulheres vestiam para vender flores. Flores deslumbrantes, algumas que eu nunca tinha visto como as aves do paraíso, ou estrelícias. Lembro-me de ver os ranchos a dançar na rua os bailinhos tradicionais da Madeira. Lembro-me de ver mulheres a bordar nas soleiras das portas. Lembro-me das espetadas que comi na Camacha, deliciosas, já na altura eu era apreciadora de boas paparocas. Lembro-me de muita e tanta coisa. Mas foi precisamente na Camacha que a minha avó me comprou o carrinho de bonecas muito parecido com o que a Val encontrou, todo feito em vime. Ver o landau da Val foi para mim um regresso ao passado. Estas coisas não se explicam, sentem-se e num impulso quando comentei a publicação da Val quis oferecer-lhe qualquer coisa, como gratidão, por me ter proporcionado um momento que me encheu o peito e me fez respirar tão fundo, num misto de comoção e felicidade, ao recordar-me da minha avó e daqueles dias felizes, e todos os outros, que passei ao seu lado. Obrigada Val



Continuo aborrecida pelo facto de não conseguir fotografias com a qualidade necessária, neste caso, para que vos mostre as cores tal e qual como são. Uma vez mais, refiro-me aos verdes que aqui parecem azuis... não me resta qualquer tipo de dúvida que em breve terei de investir numa máquina fotográfica. Tiro as minhas fotos com o telemóvel e são o que são. Estou desejosa que a Val publique uma fotografia com a mantinha já no landau, tenho a certeza que as cores vão estar iguais ao que são na realidade. Querida Val, muito obrigada por me deixares fazer esta publicação mesmo antes de veres a tua mini-mini ao vivo. E agora apresento-vos o landau da Val, já recuperado. Digam lá se não é tão bonito. É!


Em relação à Madeira, restam-me estes botins. Não são dessa altura, são posteriores. Pedi, há já uns anos, que mos trouxessem de lá. Precisam de ser recuperados, limpos. Tinha-os guardados e hoje ao retirá-los para vos mostrar apercebi-me que têm uma pequena mancha.


Desde aquela altura nunca mais lá voltei. Já lá vão trinta e seis anos... upa!
Com certeza absoluta que a ilha estará muito diferente mas de uma coisa tenho a certeza, continua bela.

Até já
Ana Lado B

sábado, 12 de setembro de 2015

Um círculo quadrado...!

sábado, 12 de setembro de 2015
Como disse aquando da publicação da minha almofada Lollipop, cá estou para partilhar convosco como podem fazer um granny square começado por um círculo. Obviamente que podem encontrar muitas outras formas de o conseguir. Isto de fazer paps é pura carolice e vontade de partilhar. Quando se tem um blog, logo ao fim de pouco tempo, acabamos por descobrir que nos apetece explorar o máximo de conteúdos relacionados com o que nos propomos, assim como também a vontade de criar os nossos próprios paps. Existem milhentos pela blogosfera fora, milhentos vídeos, e nós insistimos. Mas compreendo muito bem porquê. Além da vontade de colocarmos o nosso cunho naquilo que (re)fazemos é também uma forma de sentirmos que o nosso blog é útil para quem o acompanha e essa é uma belíssima sensação, claro que é. Mas amiguinhos, isto de fazer paps dá cá uma trabalhaeira! Sinceramente, admiro muito quem se dedica em exclusivo a este tipo de conteúdos, bem hajam.
Bom, continuando, o esquema que vos vou mostrar foi o que idealizei para os meus quadrados Lollipop. A lã usada na almofada Lollipop foi o fio bebé, em novelo, da Brancal (o mais fino) trabalhado com agulha 3,5. Hoje apresento-vos o esquema com um fio 100% acrílico, da miltons, e uso agulha 5. Optei por este fio para fazer o esquema por achar ser mais fácil para visionarem nas fotos os pontos que vou explicando. E é também uma forma de vos explicar como podemos ter os quadrados maiores, ou mais pequenos, sem alterar o número de pontos e carreiras de um esquema. É precisamente a escolha do fio que determina o tamanho dos trabalhos. Mais espesso, trabalhos maiores, mais fino, trabalhos mais pequenos. Os quadrados da almofada Lollipop têm 18 cm e este que  serve como esquema (tem o mesmíssimo número de pontos) ficou com 24 cm, lá está, precisamente porque o fio é mais espesso.

Ainda antes de avançar para o PAP propriamente dito, e em jeito de nota introdutória, deixem-me dizer-vos que quando eu era miúda e a minha avó Laurinda me ensinou os pontos básicos do crochet, não me ensinou a fazer um "anel mágico", nada disso. O que fazíamos era tecer umas malhas de cadeia, calculadas mediante o número de pontos que precisávamos de montar na primeira volta, fechávamos essas malhas em anel e prosseguíamos para a montagem do trabalho. Hoje existe o "anel mágico" que, sem qualquer dúvida, torna os trabalhos mais bonitos, sem buracos deselegantes no centro das nossas peças. Mas atenção, se o pretendido é ter um buraco, que é como quem diz, um anel bem aberto no centro do trabalho, então dever-se-à usar a técnica mais antiga. Mas como não é o caso, vamos começar o esquema do nosso granny Lollipop com um anel mágico. Fiz o pap que se segue mas caso não o entendam muito bem, existem na net uma série de passos a passos que vos podem ajudar, até porque existem outras formas de o fazer. Esta é a que uso.

Primeiro passo: montagem de um anel mágico e 1ª carreira.
1ª carreira (executada no anel):  tecem-se 14 pontos altos no anel, seguidamente puxa-se a ponta do fio e fecha-se o círculo (a mão que vêem é a do meu pequeno R que andava à minha volta a bisbilhotar o que eu estava a fazer)


2ª carreira: tecer 2 pontos altos em cada ponto da carreira anterior, ficando com 28 pontos totais e fechar o círculo.


3ª carreira: tecer 2 pontos altos no primeiro ponto da carreira anterior e 1 ponto alto no seguinte ponto da carreira anterior, e assim sucessivamente, ficando com 42 pontos totais e fechar o círculo.


4ª carreira: tecer 2 pontos altos no primeiro ponto da carreira anterior e 2 pontos altos nos seguintes 2 pontos da carreira anterior (um em cada), e assim sucessivamente, ficando com 56 pontos totais e fechar o círculo.


O círculo dos meus Lollipop termina aqui, na 4ª carreira. Como vêem devido aos aumentos simétricos que se vão fazendo, fica-se com círculos planos, bem direitinhos. A partir daqui começamos a formar o quadrado. No caso, muda-se de cor.

5ª carreira: tecer *5 pontos baixos, 2 pontos baixos com laçada, 2 pontos altos; (agora vamos formar um canto) 2 pontos altos duplos, 2 malhas de carreira, 2 pontos altos duplos (canto formado); 2 pontos altos, 2 pontos baixos com laçada e voltamos a * até formar os quatro cantos do quadrado.
Com as imagens torna-se mais fácil, ora vejam.

5 pontos baixos
Antes de começarem com a nova cor, a que vai criar a forma do quadrado, sugiro que primeiro rematem as pontas de fio do círculo. Com uma agulha de coser lã, passem a ponta para o lado de dentro e rematem essa e a do início. Outra dica, sempre que começamos uma carreira com ponto baixo, o primeiro ponto deve ter duas malhas de cadeia, de forma a que quando se feche a volta esse ponto não fique repuxado.
A figura 4 mostra os cinco pontos baixos já executados.



seguem-se 2 pontos baixos com laçada


seguem-se 2 pontos altos


segue-se formação do canto:  executar no mesmo ponto da volta anterior 2 pontos duplos, 2 malhas de corrente, 2 pontos duplos. E o canto fica formado.


seguem-se novamente 2 pontos altos, 2 pontos baixos com laçada e chegamos novamente ao momento de fazer os 5 pontos baixos. Repete-se o esquema até se formar os quatro cantos do quadrado e fechamos a volta.

estão a ver a tal 2ª malha de carreira que devemos fazer quando iniciamos uma volta com ponto baixo, é aí que entra a agulha de crochet para fechar a volta.
E a forma de quadrado está dada àquilo que começou por ser um círculo!


Para os meus Lollipop continuei a crochetar o quadrado com mais 4 voltas em ponto alto. As duas primeiras na mesma cor da volta que forma o quadrado


e as duas últimas noutra cor


E agora, o que é que eu vou fazer com esta amostra?
Talvez isto


ou isto


ou isto


e muitos quadrados deste tamanho devem dar uma manta bem gira!
E pronto. Acho que mal experimentem vão querer fazer mais, mais e mais. Proporcionam projectos bem interessantes e criam efeitos muito giros.
Espero ter ajudado quem não sabia muito bem como transformar uma forma circular em quadrada. Mas tudo o que eu quero é que se divirtam a crochetar.
Tenham um bom fim-de-semana.

Até já
Ana Lado B

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Patchblanket

terça-feira, 8 de setembro de 2015
O que fazer quando se está ao ar livre com um saco de sobras de lãs por companhia? Uma manta de retalhos! Foi a minha escolha, com os restos das lãs que sobraram da época passada fui construindo uma manta, sem pré-definir tamanho, formato ou conjuntos de cores. Só sabia que a queria aos quadrados. Depois, foi acontecendo. As cores misturaram-se sem grandes regras, somente o que os olhos gostavam e também conforme a quantidade de fio existente. Se tinha mais fio, fazia quadrados maiores e mais filas, se menos fio, quadrados mais pequenos ou até só quadradinhos. Um remendo aqui, outro ali e saiu isto.



Não a medi, mas deve ter aproximadamente 0,80 X 0,60



No Memo de Agosto já a tinha referido, embora sem imagens.










Deixei-a esticada na cama da rulote para ganhar forma e ficar direita. Vai dar muito jeito tê-la no colo quando o tempo arrefece e queremos estar cá fora, à noite, a jogar scrabble ou um poker de dados (adoro!). Aproveitem também os restos das vossas lãs e divirtam-se a misturar cores.
Desejo-vos uma semana colorida!

Até já
Ana Lado B

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Lollipop

sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Apresento-vos a nova almofada fazbemaosolhos, a Lollipop.


Já tinha revelado imagens de fases do processo, aqui e aqui. É uma almofada de 35cm x 35cm. Foi pensada para o quarto de uma bebé, embora seja versátil e se adapte bem a qualquer outro ambiente. A seu tempo, vou irmaná-la com uma manta. A Lollipop foi executada em lã anti-alérgica, 70% acrílico e 30% lã. Tem um toque muito suave e fofo. A almofada propriamente dita, o interior, é muito leve e pratica, é esta. Quando chegar a altura de as lavar, podem ir juntas para a máquina, numa lavagem a 30º.



Reparem na esbatida seta no topo desta última foto. Indica uma abertura que tem aproximadamente 12 cm. Podem fazê-la maior mas para uma almofada deste tamanho esta medida chega para fazermos entrar e sair o interior. Optei por deixar somente uma abertura porque não acho apropriado nem botões, nem fecho, nem fitilhos. São materiais que não devem estar perto de bebés ou crianças muito pequenas. Talvez um fecho em velcro seja uma solução, mas vai assim, a mamã depois decide o que fazer.



Estes quadrados, que começam por ser um círculo, são muito giros de se fazer e podem criar efeitos muito engraçados. Com muitas cores ou a duas cores, é só deixar fluir a imaginação. A quem interesse, estou a preparar um passo a passo destes quadrados para que possam criar as vossas "lollipop" ou outras peças. Vai demorar uns dias mas em breve aqui estará.


Este nosso amiguinho já abarbatou a Lollipop... mas agora ela tem de ir fazer companhia à Jasmim, uma linda bebé para quem a pensei.

Até já
Ana Lado B
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